Diretor de criação da agência Competence realiza palestra na Ftec Porto Alegre

Os alunos do curso de Marketing da Ftec Porto Alegre recebem no próximo dia 09/09, às 20h, o diretor de criação da agência Competence, Marcelo Pires. O convidado fará uma palestra com o título “A melhor ideia é ter uma boa ideia”. Marcelo tem vivência nas mais conceituadas agências de publicidade do centro do país e discorrerá sobre o papel da agência de propaganda no planejamento de ações eficientes às empresas.

Informações (51) 3225 6297 ou na Ftec Porto Alegre unidade II

Aprovados no processo seletivo do projeto Crescer na Ftec Caxias

Orientação para os Aprovados: os aprovados deverão trazer no dia 08/09 (inicio do curso), documento de identidade, declaração de renda da família e quantas pessoas vivem desta renda. No caso de autônomos, devem também trazer uma declaração.

Mais informações (54) 3027.1300

Lista dos Aprovados

Últimos dias de inscrição para visita técnica ao Porto de Itajaí

Encerram-se neste domingo (05/09) as inscrições para a Visita Técnica ao Porto de Itajaí, organizada pela professora da Ftec Caxias Camila Tissot e pelo coordenador dos cursos de Comércio Exterior e Gestão Financeira Francisco Soares.

Inscrições pelo e-mail ronaldo@expressosaomarcos.com.br ou no 3229 4511.

Programação:

SAÍDA SEXTA-FEIRA: 24.09.10

- 23h – SAÍDA  EM FRENTE À FTEC

VISITA SÁBADO: 25.09.10

- 3h – PARADA DE 20 MIN.

- 8h – CAFÉ DA MANHÃ NO HOTEL SANFELICE

- 9h -  VISITA TÉCNICA/APRESENTAÇÃO E PASSEIO AO PORTO ITAJAI

- 12h – ALMOÇO

- 14h – VISITA OPERADOR LOGÍSTICO

- 18h – RETORNO CAMBORIU – NOITE LIVRE

VISITA DOMINGO: 26.09.10

- 9h – CAFÉ DA MANHÃ NO HOTEL

- 10h – SAÍDA PARA VISITA PORTO DE IMBITUBA (ainda não confirmado)

- 12h – PARADA NA ESTRADA PARA ALMOÇO E RETORNO PARA CAXIAS DO SUL

- 20h -  PREVISÃO DE CHEGADA EM CAXIAS DO SUL

INVESTIMENTO: R$ 220,00

50%  NO ATO DA INSCRIÇÃO – MÁXIMO 05.09

50% ATÉ 15.09

•INCLUSO: TRANSPORTE, CAFÉ DA MANHÃ, PERNOITES NO HOTEL SAN FELICE

Empreendedores estão mais jovens

Como psicólogo, Bruno Grossman se saiu um grande sorveteiro. Ele não entendia nada de sorvetes, mas, aos 26 anos, já fazia alguma ideia de como gerir o próprio negócio. Afinal, vinha se aventurando pelo mundo do empreendedorismo desde os 22 anos, quando abriu uma consultoria de marketing. Em 2008, ele inaugurou a primeira unidade de uma rede de sorveterias de iogurte, a Yoggi, e este ano já espera faturar R$ 97 milhões, com 25 pontos espalhados pelo Brasil.

Grossman é considerado no mercado um exemplo de sucesso de uma geração que inicia o negócio próprio cada vez mais jovem. Pesquisa divulgada recentemente pelo Sebrae-SP mostra que a participação de empresários de até 24 anos de idade na abertura de novos negócios subiu de 4% para 14% em uma década. “É resultado de uma estatística que não fecha: a quantidade de jovens que deixam as universidades não bate com a de empregos ofertados pela economia”, explica o diretor superintendente do órgão, Ricardo Tortorella.

Soma-se a isso o alto nível de informação (e de inquietação) da chamada geração Y, formada por nascidos após a década de 80. A Yoggi, de Grossman, é resultado dessa combinação. Não é fácil provar ao mercado que um “garoto” pode administrar milhões. Foram os contratos da consultoria de marketing e o investimento de terceiros que garantiram a ele ter seu próprio negócio. “Já estou até calejado, apesar de ser tão novo”, conta.

Os jovens também têm se destacado nas franquias. Na Franchising Store, consultoria que gerencia 70 marcas nesse segmento e seleciona franqueados, mais de 60% dos candidatos têm até 35 anos de idade. “Apesar de terem pouca experiência, esses jovens estão muito “linkados” ao mercado”, diz a sócia diretora Filomena Garcia. Segundo ela, a maioria desses jovens empresários costuma abrir o negócio em consórcios com amigos ou com recursos da família.

Mortalidade. A Yoggi, com sede no Rio, passou há pouco tempo por um dos períodos mais complicados de uma empresa: o primeiro ano. E já tem planos ousados de expansão que preveem a abertura de 300 lojas até 2012. Segundo o estudo do Sebrae, as chances de sobrevivência no mercado independem da faixa etária dos proprietários. Em 2007, por exemplo, pessoas entre 18 e 24 anos foram responsáveis por 15% da abertura de empresas e por 15% do fechamento. Entre empreendedores com mais de 50, o índice foi de 14%.

O catarinense Rui Luiz Gonçalves, hoje com 45 anos, criou aos 22 uma empresa de software para engenharia civil, a AltoQi, que detém atualmente 70% do mercado brasileiro. Além de contratar jovens, ele lidera projetos sociais que incentivam o empreendedorismo no campo da tecnologia. “Esse é o melhor período da vida para se abrir um negócio porque é quando podemos correr mais riscos.”

Fonte: www.cmconsultoria.com.br

Quando é o lugar para ser feliz?

É muito comum ouvirmos falar sobre pessoas que sofreram ou sofrem porque perderam o emprego. O que raramente ouvimos falar é de pessoas que sofrem justamente do contrário padecem por não conseguirem terminar a relação profissional com a empresa para a qual trabalham. Isso acontece por muitos motivos. Há casos de pessoas que precisam muito do atual emprego por questões financeiras e não querem correr riscos. Não querem pedir demissão por acharem que perderão as verbas rescisórias, a multa sobre o fundo de garantia, entre outros motivos.

Existem, ainda, aqueles que possuem as famosas “algemas de ouro profissionais”. Recebem incentivos de longo prazo para permanecerem na empresa atual e sentem que, com a saída, perderão muito dinheiro.

Há outros casos em que a pessoa não tem empregabilidade e, por isso, se acomoda na atual relação profissional. Mesmo infeliz com a situação atual, acredita.

Que o que tem é melhor do que nada. Há, ainda, aqueles que possuem baixa autoestima e, intimamente, acreditam que não conseguiriam nada melhor. Por fim, existem aqueles casos em que a pessoa se acostuma com um trabalho, mas não sente prazer como que faz. Não tem aquele sentimento de realização. Isso é muito triste. São pessoas que provavelmente têm uma visão de trabalho como castigo. Muito disso é inconsciente e vem da nossa formação cultural
em relação ao trabalho.

No mundo atual, com o crescimento da competitividade ou com a ditadura da performance a qualquer preço, sentir- se feliz e realizado profissionalmente tem se tornado um desafio enorme. O pior é que não há como escapar. Não vamos entrar aqui na discussão do que venha a ser felicidade. Vamos aceitar o sentido geral. Não vamos entrar também no estereótipo de que alguém que fale em realização profissional ou felicidade no trabalho está falando de algo menos concreto.

Falando concretamente, o tema que discorro neste artigo tem se tornado um caso de saúde pública em países que tratam com seriedade o bem-estar do trabalhador. Tenho pensado e conversado com alguns amigos sobre o mal que isso tem feito para a sociedade de forma geral. O trabalho e seu grande mundo ocupam um espaço enorme em nossas vidas. Espaço este que está crescendo cada vez mais.O trabalho parece que deixa de ser meio para se tornar fim. O que tenho visto por ai é que as pessoas dependem cada vez mais do seu trabalho para terem uma identidade.O pior é que não basta apenas ter um trabalho e ser capaz de viver dele.Temos que ter um emprego de grife, ou seja, sentimos necessidade de trabalhar em uma empresa que nos torne especiais apenas por trabalharmos lá. Além disso, temos que ter um cargo especial, importante. Só assim nos sentimos valorizados. Há muitas pessoas que estão infelizes na empresa em que você trabalha. Basta olhar ou ouvir atentamente. Pessoas nesta situação estão sofrendo e muito. São horas intermináveis em um trabalho que parece não fazer sentido. Participam de reuniões, apresentam projetos, lideram equipes, porém, quase sempre sem nenhum vínculo com a empresa.

Sempre pensam em uma maneira de não mais pertencer àquela realidade. Porém, continuam na mesma situação. Quando esta situação dura muito, o final é quase sempre muito ruim para empresa e empregado.Caso você esteja numa situação como esta, mesmo sabendo que a solução não será fácil – a menos que você tenha grandes chances de empregabilidade – a sugestão é enfrentar o problema até encontrar uma solução. Viver assim não vale à pena.

O título deste artigo foi colocado para servir de provocação. Para dar a idéia de tempo e espaço. A idéia é gerar reflexão, ainda que pequena, para que pessoas e empresas olhem para este problema de frente.A vida e uma só e passa rápido demais para a jogarmos fora. Sempre há alternativas para quem perdeu o interesse pelo atual emprego. Porém, quanto mais o tempo passar em uma situação como esta, piores serão os resultados para ambas as partes.

Não gosto de dar conselhos, mas neste caso, de tanto ver situações como estas acontecerem nas organizações e de presenciar o mal que elas fazem,me permito aconselhá-lo,caso

Você esteja nesta situação a buscar novos caminhos para sair dela o mais rápido possível. Vale buscar coaching, terapia, orientação profissional ou qualquer tipo de ajuda que lhe possa tirar desta armadilha. Como diria o poeta,quê seja eterno enquanto dure.

Marcos Vono – DIRETOR DE RECURSOS HUMANOS E CARREIRAS
DO GRUPO IBMEC EDUCACIONAL

Conselho Federal de Administração (CFA) registra tecnólogos do RS

Os diplomados em cursos superiores de tecnologia em determinadas áreas da Administração, já podem solicitar o seu registro no Conselho Regional de Administração. A decisão foi tomada pelo CFA em reunião plenária, realizada nos últimos dias 18 e 19 de agosto.

Uma das vantagens de ser um profissional registrado é ser reconhecido no mercado de trabalho como uma pessoa qualificada e apta a exercer a profissão. Além disso, contará com o respaldo do Sistema CFA/CRAs para proteger os seus diretos profissionais e pelo reconhecimento da profissão.

Informações podem ser obtidas no www.cfa.org.br

Iniciam hoje os jogos do “Prêmio Investidor Ftec: Jogos na Bolsa de Valores”

Hoje (02/09) é o primeiro dia de jogos do “Prêmio Investidor Ftec: Jogos na Bolsa de Valores”. Esse Prêmio tem o objetivo de esclarecer o aluno Ftec sobre rotinas financeiras, através de um simulado que proporcionará ao estudante a experiência de investir na Bolsa de Valores.

O período dos jogos será de 02/09/2010 a 20/10/2010. A premiação será a seguinte:

1º lugar = R$ 2.000,00 em ações

2º lugar = R$ 500,00 em ações

3º lugar = Brindes

O evento é organizado pelo coordenador e professores do Curso Superior de Gestão Financeira da Ftec Caxias com apoio da Safe Investimentos, Votorantim Corretora e Ftec Faculdades.

A Safe Investimentos estará com um quiosque de informações próximo à recepção da Ftec para auxiliar os TIMES. Esse atendimento acontecerá entre 18:30 e 21:30h, durante os dias: 02,03,08,09,10,13 e 14 de setembro.

Ftec Caxias realiza o primeiro encontro do projeto Carreiras e Oportunidades (CeO)

Com o objetivo de auxiliar o aluno Ftec a inserir-se no mercado de trabalho, o projeto CeO realizou no dia 28/08, sábado a palestra “Como portar-se na entrevista de emprego”, ministrada pela professora Cristina Beatriz Stangherlini. O encontro aconteceu na Ftec Caxias, sala 202.

Ftec Qualificação e Cursos Técnicos recebe autorização para curso Técnico em Contabilidade

A Ftec Qualificação e Cursos Técnicos recebeu a autorização de n° 464/2010 do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul (CEED) para ofertar na unidade de Caxias do Sul o Curso Técnico em Contabilidade.

O curso habilita o profissional a compreender os assuntos econômicos, tributários, organizacionais e comportamentais relacionados à lógica contábil. Nenhuma decisão de negócio é tomada sem os dados contábeis e somente este profissional dispõe de preparo técnico para disponibilizar a verdade patrimonial e orientar a direção dos negócios

Os cursos tem a duração média de 2 semestres e as aulas são realizadas à noite, de segunda a sexta-feira. Mais informações no 0800 606 0 606

Redes Sociais: Riscos e Oportunidades para o Marketing

Que fatores são considerados chaves para que as empresas mantenham um sólido relacionamento de longa duração com clientes e stakeholders nos dias de hoje? Como promover uma estratégia de Marketing focada na geração de valor de seus clientes, considerando um mundo cada vez mais competitivo e complexo, um ambiente em que a comunicação rompeu definitivamente a barreira do “Eu falo e muitos ouvem” e evoluiu para o estágio da co-criação, do “todos ouvem, dão feedbacks e constroem a verdadeira comunicação”?

Um contexto “apimentado” pelas novas tecnologias, entre elas as redes sociais e pela (des)construção de padrões de comportamento promovidas por uma nova geração, ou por que não dizer por duas novas gerações, denominadas por “Geração Y” e “Geração Next” e, complementando, um mundo que observa um novo comportamento de compra denominado por “neoconsumo”, dificultando cada vez mais a vida de profissionais de Marketing e executivos em geral.

Nesse cenário, o esforço de Marketing não pode mais ser visto como consequência de produto. Não existe mais espaço também para que as estratégias de Marketing sejam simplesmente encaradas como estratégias de apoio à vendas. É preciso engajar, conquistar o consumidor, o parceiro e qualquer stakeholder da cadeia. Vender a qualquer preço não pode ser o mais importante sem se preocupar com a relevância do que está sendo vendido ao cliente e, consequentemente, sem pensar em qual impacto essa “má venda” trará na fidelização deste cliente.

Cliente insatisfeito com o produto “empurrado” não será alvo fácil de uma estratégia de cross-selling, up-selling, etc… e com certeza causará um impacto negativo na imagem da empresa, entrando ai sim, o papel definitivo das redes sociais. É preciso ser rápido e transparente quando isso acontece nas redes. Caem no descrédito empresas que tiram do ar os comentários negativos promovidos por consumidores em seus blogs sem se preocupar em dar o minimo de feedback. Existem até (mesmo nos dias de hoje) as empresas que optam por processar clientes que usam a rede para critica-las ou a seus produtos, o que acaba por potencializar a crítica, numa estratégia que me parece equivocada.

Também responder a todos os apontamentos negativos com uma frase padrão pode ser até pior e optar por responder as criticas uma a uma, parece ser inviável. No geral há uma confusão entre ser rápido e ser eficiente nas redes: não dá para enviar uma resposta por impulso, para dizer qualquer coisa. Acredito que o mais coerente seja mapear o que está sendo dito de negativo (é o chamado risco das redes) e criar ferramentas positivas de comunicação, usando a própria rede para gerar um viral e contrapor esses pontos.

Pensando nas oportunidades para uma empresa estruturada e que utilize corretamente as mídias sociais, elas são imensas. Por que não utilizar as redes sociais para construir um relacionamento contínuo com clientes e sua cadeia de steakholders? Para o incremento do brand awareness, testar a adesão a novos produtos e serviços ou para promover geração espontânea de leads e, aí sim, a consequente rentabilização do negócio? Importante, sim, um bom planejamento em midias sociais (cada vez mais) para transformar o investimento nesses canais em oportunidades, ao invés de risco. Aliás, outros dois grandes desafios se apresentam aos profissionais que atuam nessa área: 1. como criar mecanismos eficazes que comprovem a eficiência do investimento nas redes; e 2. como promover o link entre essas redes e as demais estratégias de comunicação da cia, criando uma estratégia multi-canal.

Um outro desafio latente e totalmente menosprezado pelas organizações é o potencial e necessidade de engajar seus colaboradores através das redes sociais para que trabalhem pela imagem positiva da cia. Dados do meio digital apontam que as empresas brasileiras estão entre as mais controladoras do mundo, impedindo seus colaboradores de acessarem canais como twitter, monitorando ou proibindo o que cada funcionário expressa nas redes, dificultando até mesmo o acesso à plataformas de community marketing proprietárias desenvolvidas pela organização para o público externo.

Afinal, cases vencedores dos mercados americano e europeu ainda não nos ensinaram que, nos dias de hoje, temos que encarar o ambiente digital como um aliado, como uma oportunidade? Até quando vamos continuar nos enganando, decepcionando nossos colaboradores, perdendo um importante canal para engajamento e, o pior, perdendo talentos desistimulados por atitudes como essas? Pensando na geração Y, esse impacto negativo do “controle voraz” é ainda maior. Nos Estados Unidos, por exemplo, esse cenário já é mais animador com empresas como Best Buy e Starbucks utilizando plataformas como o twitter ou o facebook para engajar seus colaboradores no melhor atendimento ao cliente.

Dessa forma, temos um complexo mapa ao tratar desse assunto:
Midias sociais e redes socias (como um subconjunto da primeira) sendo impactadas diretamente por fatores como o Neoconsumidor e o surgimento das gerações Y + Next e, secundariamente, pela necessidade de encontrar medidas de mensuração para o investimento nessas redes e formatação de uma estratégia multicanal que link esse mundo com os outros ambientes. Essas midias e redes sociais, por sua vez, podem ser potencializadas e co-criadas no âmbito externo às organizações (via clientes e demais stakeholders) e no âmbito interno (via colaboradores). E tudo isso sempre envolvendo um risco e dezenas de oportunidades existentes que você, ou seus concorrentes, podem aproveitar.

Por fim, fica a reflexão de que vivemos em um mundo de disruptura onde o papel do digital marketing e das redes sociais, com um número cada vez maior de usuários, é crescente e a idéia do “nada do que foi será” vira verdade cada vez mais “rapidamente”. Interessante pensar que há 10 anos era praticamente impensável compartilhar a grande quantidade de videos, fotos e dados que trafegam hoje pela web – videolog era uma utopia.

Interessante também ver o poder da internet para promover o bem, a sustentabilidade, o “cyberativismo” ou o uso da web para o empreendedorismo digital. Quer melhor canal para empreender? Vale lembrar o exemplo dos “garotos” do Google e tantos outros. Não podemos também esquecer o uso da web para promover o mal, para atacar moralmente empresas e pessoas. Quem não participou (nem que fosse como expectator) do fenômeno “Cala a boca Galvão” que tomou conta do país durante a Copa 2010, promovido via Twitter? Nesse novo mundo, ganha importância cada vez maior temas como gestão de inovação e gestão do conhecimento. Afinal, é muito complexo viver na era dos fractais, da co-criação. A era onde cada vez mais somos um único organismo vivo e interligado. Somos todos um!

Fonte: www.mundodomarketing.com.br

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